9ª Bienal de Design Gráfico: Anatomia do Design
Realização: ADG Brasil – Associação dos Designers Gráficos do Brasil / comemorando 20 anos
Tema Central: Anatomia do Design
Local: Centro Cultural São Paulo – Av. Vergueiro, 1000 – São Paulo – SP
Abertura: 07 de março de 2009 – 15h00
Duração: 08 de março a 17 de maio de 2009
Horário de visitação:
terça a sexta das 10:00 às 20:00 horas
Sábados, domingos e feriados das 10:00 às 18:00 horas.
Entrada gratuita e há total acessibilidade.
Informações: bienal@adg.org.br ou andre.stolarski@gmail.com ou cecília@consoloecardinali.com.br
A 9ª Bienal em números:
1240 projetos inscritos de todos os estados brasileiros
283 projetos selecionados (de embalagens à interfaces audiovisuais)
800 m2 de área expositiva.
O que é a ADGBrasil?
É o órgão representativo dos profissionais de design gráfico atuantes no país – associados, não associados, estudantes e pensadores do design brasileiro.
O que é a Bienal Brasileira de DESIGN GRÁFICO?
A Bienal já na nona edição se afirma como um dos maiores veículos de difusão pública do pensamento contemporâneo sobre o design nacional. A história das bienais brasileiras de Design Gráfico, promovidas pela ADG Brasil, se conformou no espaço para a reflexão e desenvolvimento, onde designers gráficos apresentam suas soluções em comunicação .
Ao invés de inscreverem seus trabalhos a partir de categorias descritivas, os designers tiveram à sua disposição nove categorias conceituais. Coube a eles decidir em quais delas seus projetos melhor se encaixavam.
Quais os diferenciais dessa nova edição?
A grande transformação da nona edição é a busca pelas expressões contemporâneas, tendências e linguagens do design brasileiro. Ao invés da inscrição de trabalhos a partir de categorias descritivas, os designers tiveram à sua disposição nove categorias conceituais. A inscrição dos trabalhos foi realizada em duas etapas para preservar o acervo dos designers. Na primeira etapa, foi solicitado o envio de pranchas impressas com as principais informações dos projetos e uma reflexão sobre sua função de comunicação. Os designers selecionados nessa etapa submeteram as peças originais para a segunda e última etapa da seleção.
A seleção dos trabalhos não foi realizada por um júri, mas por curadores especialmente selecionados para cada categoria.
O tradicional catálogo da mostra foi transformado em um livro, editado pela Editora Blücher. Ao invés de pequenos textos introdutórios e legendas sucintas de descrição dos trabalhos selecionados como ocorria anteriormente, o corpo dessa nova publicação é composto por análises e reflexões aprofundadas sobre as categorias e os trabalhos participantes. Com essa ação, a ADG Brasil pretende aumentar o peso crítico do registro da produção nacional, tornando a publicação muito mais palatável a estudantes e pesquisadores.
Qual é a opinião da diretoria da ADG?
‘Do ponto de vista histórico, a Bienal é, portanto, nosso maior testemunho dos últimos vinte anos. Tudo o que aconteceu de lá para cá está, de certa forma, estampado nas páginas de seus catálogos: o início do amadurecimento das relações profissionais entre os designers gráficos do país (a bienal foi sua primeira aparição em público independente de organismos ou instituições estatais); o salto das formas mecânicas de produção para as tecnologias digitais; a popularização dos meios de produção e o aumento exponencial do número de profissionais; a progressiva tomada de consciência da importância do design gráfico por parte de clientes cada vez mais numerosos e diversificados; a ampliação de associações, organismos e instituições profissionais por todo o país; o crescimento das escolas e da importância dos trabalhos desenvolvidos dentro delas; o aprofundamento da investigação de repertórios locais; o amadurecimento da relação com a tradição clássica européia e com os movimentos dos principais centros produtores de design e, finalmente, a tomada de consciência que resultou, nos últimos anos, num movimento reflexivo espelhado no aumento geométrico da produção crítica sobre design gráfico no país.’ André Stolarski – Diretor da ADG BRASIL responsável pela 9ªBienal.
Qual é a opinião do Curador Geral?
‘O desafio proposto para a edição da 9ª Bienal Brasileira de Design Gráfico é estimular a análise e a compreensão do design gráfico contemporâneo, que se tornou um dos principais vetores da economia, com consequências estratégicas nas empresas e na sociedade. A análise deveria se concentrar nos atributos como forma de expressão, eficiência na comunicação e benefício das relações sociais de produção e de consumo. A reflexão se fixou no processo de operação, que de forma prática e teórica, resultam em soluções expressivas e numa orquestração de códigos que propicia uma leitura nada linear das informações. Para essa análise sobre a linguagem do design é necessário vê-lo não somente como uma ferramenta de mercado, utilizada para uma comunicação persuasiva, mas sim como um importante ’sinalizador’ cultural.’ CECILIA CONSOLO – Curadora Geral
Tags: 9ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, ADG Brasil, Anatomia do Design
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